Criança



O domingo amanheceu chuvoso. Uma chuva cinzenta, tão forte que mal dava para enxergar pouco mais à frente. As nuvens carregadas estavam escuras, e vez por outra um trovão forte se fazia ouvir. O carro seguia em frente até dobrar numa rua e estacionar em frente à igreja. Poucos carros estavam estacionados ali, o que lhe dizia que teriam poucas pessoas para a Escola Dominical e o culto matinal.

Esther desceu do carro com sua sombrinha e o fechou, correndo para o interior do templo.

"Bom dia, Esther."


Ela virou-se e viu o pastor de pé, ao lado dela. "Bom dia, Pastor. A paz do Senhor."

"Paz, querida irmã. Parece que teremos poucos hoje."

Ela olhou para a igreja, e havia apenas umas poucas famílias. Três crianças vieram falar com ela.

"Tia! Vamos ter escolinha hoje?"

Esther olhou para o Pastor, indagativamente.

"Estou pensando em juntar todos os adultos numa única classe. Você poderia fazer o mesmo com as crianças. E dispensaremos o culto matinal."

"Então, crianças, teremos escolinha hoje."

Elas exultaram e abraçaram a professora, e voltaram para junto de suas famílias. Esperaram mais alguns minutos depois do horário, e Esther subiu ao primeiro andar do templo, com seis crianças, as únicas que estavam ali. Enquanto isso, o Pastor reuniu os presentes para uma única classe.

Ao chegarem lá em cima, cada criança tomou assento numa cadeira de plástico, e Esther foi até o armário procurar material para contar uma história e papéis para todos desenharem e pintarem ao final. Quando se virou, viu que todas as crianças estavam em silêncio, e olhavam para uma menina sentada entre eles. Nunca a vira antes ali.

Aproximou-se deles.

"Olá, garotinha. Como está?"

Ela apenas olhou para a professora e não respondeu.


Algo naquela criança era diferente. Esther não conseguia identificar o que era.

"Vamos fazer o seguinte: vamos todos nos apresentar, então no final você diz o seu nome pra gente te conhecer, tá legal? Começando comigo. Eu me chamo Esther."

E cada uma das crianças foi se apresentando, por vez.

"Eu me chamo Davi."

"André."

"Mateus."

"Elaine."

"Rebeca."

"Priscila."

Era a vez da menina. Ela olhou para todos como se sentisse medo, então, olhando fixamente para a professora, não disse seu nome, mas outra coisa.

"Eu sei todos os seus segredos."

A professora franziu o cenho e ficou sem fala. O que aquela menina estava dizendo?

"O que quer dizer?" Esther tentou sorrir, mas ficara nervosa e só fizera uma careta.

A garota olhou para as outras crianças, que se encolheram em seus assentos. Voltou seu olhar para ela, de soslaio, e repetiu: "Eu sei todos os seus segredos, todos eles."

Seu olhar era penetrante, e Esther sentiu um calafrio, e uma gota de suor desceu por suas costas. Sentiu os pelos dos braços arrepiarem, e sabia que havia algo de errado com aquela menina, algo de anormal.

"Bem, vamos para a história."

Esther tentou mudar o foco, mas todas as crianças olhavam para a menina, e ela não os encarava. Era como se os ignorasse, e seu olhar estava fixo nela. Esther se incomodou, mas não podia impedi-la. Sua mão tremia quando ergueu o primeiro cartaz da história.

Era a história do Bom Samaritano. E quando virou um dos cartazes que mostrava um levita que se negou a ajudar o homem caído, viu algo diferente, como se a imagem do cartaz de repente se mexesse. Olhou para o homem caído, e o rosto ensanguentado e machucado pareceu ganhar vida e virou-se, olhando diretamente para ela.

Com um ímpeto, derrubou o cartaz no chão. Olhou para as crianças, que agora olhavam para ela sem entender. Olhou para o cartaz, e era só um desenho colorido infantil, sem nada demais. Olhou para a menina, que mantinha o olhar fixo no dela.



Recolheu os cartazes e continuou a história. Mas a cada vez que pegava um cartaz novo, algo ia se formando dentro de sua mente, e sentiu vontade de gritar. A voz da menina parecia entrar em seus ouvidos, mesmo que ela mantivesse os lábios cerrados e apenas os olhos voltados para ela. "Eu sei todos os seus segredos, todos eles."

Mal conseguia se concentrar. Então, encerrou a história e distribuiu os papéis para todos, para que fizessem desenhos baseados na história ouvida.

Se afastou das crianças para observá-las de longe. As crianças da igreja instintivamente ficavam mais afastadas da novata, e ela, por sua vez, parecia não notar. Demorou-se bastante tempo olhando ainda para Esther, depois voltou-se para seu papel na mesa e começou seus desenhos.

Neste momento, permitiu-se respirar vagarosamente, e percebeu o quanto ficara tensa com a menina. Virou-se para o armário, fitando os vários materiais que havia lá. Fechou os olhos e se lembrou de diversos momentos de sua vida. Um deles, o mais importante, ela tentara esquecer, até agora. As imagens vinham em sua mente, como um filme, e por mais que tentasse varrê-las para longe, não conseguia. O rosto do homem ensanguentado no cartaz parecia olhá-la de novo, e sua boca se movia agora, em agonia, abrindo-se para dizer uma única palavra.

"Professora."

Esther virou-se bruscamente, assustando-se com a menina parada ali em sua frente. Tentou evitar seus olhos, mas parecia que a menina olhava para o interior de sua alma, e ela não conseguiu desviar os olhos dela. Ela não disse nada, apenas estendeu a mão com um desenho.



Esther olhou para aquele desenho sem entender. Era assustador. Apesar do sol brilhante, aves no céu, flores e uma pessoa feliz, havia um ser não identificado ao lado dela, um ser com olhos e boca e mãos vermelhos, e percebia-se que o traço fora feito com força. Fora isso, não havia detalhes na criatura como no restante do desenho, nem cores.

"O que é?" perguntou.

A menina olhou para Esther.

"Esta é você", disse, apontando para a garota de cabelos avermelhados de pé. "Este aqui é ele." disse apontando para a outra criatura.

Esther sentiu como se levasse um soco no estômago. Mais daquelas imagens lhe vieram à mente. Os olhos ensanguentados que tentavam fitá-la, a boca cuspindo sangue, e uma das mãos, estendida em sua direção, ensanguentada.

"O que é isto?" falou com rispidez para a menina, e seu tom de voz atraiu as outras crianças. Ela amassava o desenho diante da menina, mas a criança parecia não se abalar.

"Seu segredo."

Então, a menina deu meia volta e se sentou no círculo de alunos. Segurando o desenho nas mãos, começou a tremer. E ouviu novamente a palavra dita pelo homem caído ao chão, estendendo-lhe a mão vermelha de sangue.

"Me ajude..."

"Eu sei todos os seus segredos", um sussurro chegou aos seus ouvidos, como que trazido pelo vento.

Olhou para a garota, que parecia entretida num desenho. Correu em direção às escadas e chegou ao templo, onde um grupo pequeno de pessoas se reunia e ouvia a aula do Pastor.

Quando ela chegou lá, o Pastor claramente percebeu que Esther estava alterada.

"Um instante, irmãos, eu já volto."

Aproximou-se da professora. "Aconteceu alguma coisa?"

"Sim! Uma garota, uma criança, quero falar com os pais dela."

"Que garota?"

"Ela é novata, os pais dela devem estar aqui. Ela chegou depois que subi com as crianças."

O pastor franziu o cenho. "Não tem nenhum visitante aqui hoje, só alguns poucos membros, mas que já frequentam a igreja há tempos."

Esther não podia acreditar. "Ela não pode ter vindo sozinha!" Olhou para o grupo, que virara-se para ver a comoção próximo à escada. Apenas rostos conhecidos. "Não é possível."

"Como ela é?"

"É loirinha, aparentemente seis anos. Não sei seu nome, ela não disse, mas está dizendo e fazendo coisas muito estranhas..."

"Estou aqui todo o tempo e não vi nenhuma criança entrar sozinha, nem mesmo com essa descrição. Se houvesse chegado uma criança novata, eu mesma teria levado para sua sala."

"Então venha comigo."

Esther subiu as escadas com o Pastor atrás dela, e, ao chegar lá, encontrou o grupo de crianças desenhando e conversando animadamente. Mas a menina não estava lá.

Contou-as. Apenas seis crianças.

"Onde está a garota?" perguntou.

As crianças não entenderam. Esther apontou para o lugar que a menina esteve ocupando. "A menina novata que estava sentada aqui."

Davi olhou para os outros. "Eu não sei, tia. Ela estava aqui agorinha, desenhando bem aí. Não vi ela sair."

"Também não vi", disse Rebeca. Todos os outros acompanharam dizendo que não viram a menina sair.

Esther estava atordoada. "Ela estava aqui. Você ouviu, as outras crianças viram também. Como ela saiu sem que nenhum de nós visse? Quem era ela?"

O pastor franziu o cenho. "Não acredito que fosse uma criança."

Olharam em volta e nem sinal da menina. Olharam no banheiro: vazio. Em cima da mesa, um outro desenho. Esther não se aproximou, com medo de olhar. O pastor aproximou-se e pegou o papel.

"Não é possível."

Esther olhou para o Pastor, que parecia terrivelmente abalado. Ele olhava para o desenho, e seus olhos estavam vidrados, sua mão tremia e uma fina camada de suor foi se formando em sua testa. Ela se aproximou e olhou o desenho.


Ela olhou o desenho e não entendeu, mas parecia que o Pastor sabia muito bem do que se tratava. Era uma família, um pai, uma mãe, um garoto, e uma sombra.

"O que é isto? O senhor sabe o que significa?"

O pastor não conseguia responder. Lembrava-se muito bem daquilo. Imagens vinham à sua mente, e ele nunca esqueceu aquele dia, quando tinha treze anos. O olhar do menino através do vidro do carro, indo embora, chorando, ele não sentira nenhum remorso na época. Mas sua família nunca mais fora a mesma. Ele deixou cair o desenho na mesa e a cabeça entre as mãos.

"Meu Deus."

Esther desceu correndo as escadas e foi até a rua, onde a chuva se mostrava ainda mais forte, mas nem sinal da criança.

Voltou para a igreja e o sussurro arrepiou os pelos da nuca.

"Eu sei todos os seus segredos. Todos eles."

Ajoelhou-se no meio do templo, olhando para a cruz de madeira que jazia no altar. Lágrimas desceram aos borbotões, e a imagem do homem que aterrorizara sua vida anos antes, voltou-lhe à mente.

Fechou os olhos, apertando-os para tentar varrer a imagem, mas ela parecia mais forte.

***

Cinco anos antes

Esther já tinha esquecido de Maurício, e tentara levar uma vida normal, quando ele começou a fazer aquelas ligações. Descobriu que estava namorando outro homem, e passou a atormentá-la com ameaças por telefone. Tentava não atender, mas as ligações se intensificaram, e passaram a chegar bilhetes pelo correio. Bilhetes aterrorizantes, onde ele demonstrava que a seguia e sabia todos os seus passos. Procurou a polícia, mas ninguém sabia seu paradeiro. Ele sumira, mas ela sabia: ele a seguia.

Sentia medo em cada esquina, quando aquela fatídica noite chegou.

Chovia muito, e ela saiu do trabalho com planos apenas de comprar comida chinesa e ir direto para casa. Ao sair do restaurante chinês, ouviu o barulho de briga ao lado do estacionamento, justamente do lado onde estacionara seu carro. Com medo, não saiu do lugar, quando viu homens correndo, pulando a grade e fugindo. Era um estacionamento cortesia, e não havia ninguém tomando conta dos carros.

A chuva aumentara e ela correra para seu carro, olhando de um lado para outro. Ia entrar, quando o viu.

Maurício havia sido espancado, e estava no chão, ensanguentado. O olho esquerdo estava inchado e não se abria. Virou-se para ela com dificuldade e fixou o olho direito em seus olhos. Abriu a boca para tentar falar, mas um jorro de sangue saiu dela. A imagem a paralisou, e a chuva a deixava ensopada. Com uma das mãos segurava a barriga, e a outra esticou em sua direção. Estava vermelha de sangue. Abriu novamente a boca, e sua voz não foi mais alta que um sussurro, e não podia escutar com a chuva batendo no capô de seu carro. Apenas podia vê-la se mover.

"Me ajude..."

Esther tremia de frio, e entrou no carro, ligando-o. Olhou novamente para Maurício no chão. E deu a partida, indo embora para longe daquele que merecia tudo o que estava sofrendo.

Tudo aquilo veio à sua mente como um filme, e percebeu que segurava muito apertado o desenho da menina.

***

Deus! O que eu fiz?

O pastor segurou o desenho que mostrava uma parte de sua vida que há muito tempo tentara enterrar, algo que nem mesmo seus pais sabiam, e que jamais saiu de sua mente. Ele fora o responsável pelo rapto de seu irmão. Ele o odiava, todos os olhares e atenções iam somente para seu irmão, mais inteligente, melhores notas na escola, melhor com os esportes, tudo era para o irmão, e ele não tinha nada. Um dia, quando viu aqueles homens levarem seu irmão, deixou que tudo acontecesse, e jamais contou aos seus pais.

Dias, semanas, meses se passaram até encontrarem o corpo do garoto. E nunca souberam a verdade.

***

Do lado de fora da igreja, a chuva castigava a rua, e ninguém ousava sair. Por isso, ninguém viu a menina na outra calçada, encharcada, olhar a professora de joelhos na igreja, e ver o pastor se aproximar dela, ajoelhando-se também.

A água escorria por seu rosto infantil, e seus cabelos encharcados estavam grudados em sua cabeça, pescoço, descendo pelo ombro direito. Fechou os olhos. Olhou para o céu, com nuvens pesadas de chuva, e sentiu o vento chicotear as árvores, mas nada lhe incomodava. Apenas sentia uma intensa vontade de observar a cena no interior do templo. Outros membros da igreja se aproximaram e começaram a orar.

Ela percebeu que algo havia mudado ali. Um leve sorriso brotou de seus lábios, e se virou, caminhando pela calçada e descendo a rua.

Depois de alguns minutos no interior da igreja, Esther percebeu que a chuva diminuíra seu ritmo, e o sol parecia despontar de leve.

Olhou para o lado de fora, e viu algo estranho, um vulto talvez. Foi em direção ao seu carro, e havia algo dentro dele. Testou a maçaneta, mas ela estava trancada, como havia deixado. Abriu a porta, e congelou ao ver um papel deixado no banco do motorista. Devagar, pegou-o.



Naquele momento, o pastor chegou logo após ela, e viu também o papel. Os dois se olharam.

"Mas, o que..."

A chuva parou completamente, e Esther pensou ter ouvido um riso alegre de uma criança.



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28 comentários:

  1. Nossa fique arrepiada lendo!
    Meu Deus!!!
    Adorei!!!!!!!!!
    Quero mais !!!!
    Bjus

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    1. Olá, obrigada pela visita e pelo comentário.
      Abraços.

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  2. É um texto interessante.
    Não acredito em pecado, então não saberia usar em sala de aula, no mais, acredito no estado laico, não dá para discorrer sobre a temática
    http://poesianaalmaliteraria.blogspot.com.br/

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    1. Oi Lilian, tudo bem? Obrigada por aparecer por aqui e comentar!
      No caso desta história, ela se passa no domingo pela manhã, e numa igreja. Neste caso, não se trata de uma escola comum, é a Escola Bíblica Dominical. Por isso todo o tema girando em torno do pecado, sendo colocado diante de pessoas que são líderes espirituais, por assim dizer, e que, aparentemente, estariam longe dessas práticas ditas pecado. Entendeu? Foi uma crítica diante desse tipo de sociedade. Obrigada por ter vindo.

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  3. "Olá", Débora!
    Voce escreve bem!
    Tenho tres Páginas pelo "Blogspot": 1(uma) de Crônicas, 1(Uma) para Publicações de livros Eletrônicos Diversos Autores e Gêneros Literários, incluindo os meus Contos e Romances, vendidos após tê-los Editados e devidamente Registrados para a Aquisição do ISBN como Autor-Editor. Sucesso cada vez maior!

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  4. Arrepiei!!!
    Que texto incrível, não consegui parar de ler... quero mais rs. Adorei a forma como você escreve.

    Abraços,
    Jéssica - Coração Leitor

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    1. Oi Jessica
      Muito obrigada pelo seu comentário! Fico feliz que tenha gostado. Existem vários contos no blog, fique à vontade para ler! Abraços!

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  5. Olá, Débora.

    Morro de medo de coisas que envolve o tema terror, mas me fiz ler todo o seu conto e gostei bastante. Parabéns e continue escrevendo assim. Me prendeu totalmente a sua narrativa.

    Beijos.
    Visite: Paradise Books // Participe: Top Comentarista

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    1. Oi Paula, tudo bem?
      Obrigada pelo seu comentário. Que bom que gostou da narrativa, e que ela te prendeu, mesmo sendo um estilo que você tem medo. Fico muito feliz de ter conseguido isso.
      Abraços!

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  6. Geeeeeeeeeente, sou cagona demais ! Mesmo assim eu li tudinho ! Nossa cara, ainda to de boca aberta! Parabéns! Sério
    Beijos

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    1. Oi Luana. Muito obrigada pelo comentário!
      Abraços!

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  7. Eu gosto muito de terror e suspense hehehe no inicio a historia me lembrou um pouco o livro O exorcista, naquele momento em que a menina anuncia a morte de alguem, ja nao me lembro o nome... mas gostei muito da historia, vc leva jeito kkkk bjos

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    1. Oi Carol, que bom que gostou. Não sou muito de escrever esse tipo de conto, mas arrisquei. Muito obrigada pelo comentário.

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  8. Oii, tudo bem?
    Que conto incrível!
    Me prendeu do início ao fim!
    Bjs

    A. Libri

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    1. Obrigada, Angélica!
      Muito bom ter tua visita aqui.
      Abraços!

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  9. Oláá
    Caraca, que legal e bem escrito, gostei muuuito e até me arrepiei lendo haha sou suspeita, pois amo terror e sobrenatural, acho muuuuito interessante, tanto livro quanto filme e você arrasou no conto.

    Beijos
    Catharina
    http://realityofbooks.blogspot.com.br

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    1. Obrigada Catharina! Muito obrigada pela visita e pelo comentário!
      Abraços!

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  10. Gente, eu fiquei com medo lendo esse conto. E essas fotos que você escolheu então? Só a foto já são assustadoras, ai meu deus huehue

    http://ocasulodasletras.blogspot.com.br/

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    1. Oi Maria Lygia. Que bom que você teve essa sensação! Era essa a ideia rsrsrs
      Obrigada pela visita! Abraços!

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  11. Oi, tudo bem?
    Adoro histórias com um toque de terror e essa ficou realmente incrível, imagino o quanto a professora deve ter ficado assustada com a garotinha, gente *o* Enfim, sério, sua história ficou muito boa, parabéns s2

    Beijos :*
    Larissa - http://srtabookaholic.blogspot.com

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  12. Oii amei esse texto.. uau!!
    Vc escreve muito bem... tem mais? :3


    beijos
    http://livrosetalgroup.blogspot.com.br

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    1. OI Mayara, tem sim, muitas histórias. Tive ideia para uma outra hoje mesmo, na linha desta, mas só vou postar amanhã, ainda estou amadurecendo a ideia. Espero você! Abraços!

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  13. Oi, tudo bem?
    adorei o texto! Super intrigante, e as fotos que você escolheu, ajudou a dar um medinho na leitura, kkkk.
    beijos
    meumundinhoficticio.blogspot.com.br

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    1. Oi Bruna! Obrigada pela visita e pelo comentário.
      As fotos são sempre um diferencial!!! rs
      Abraços!

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  14. Olá!
    Nossa, que texto incrível, conseguiu me prender de tal forma que senti medo em relação ao que esperar do final.
    Parabéns, conseguiu criar um suspense muito bom. Logo lerei os demais textos

    bjs

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    1. Olá, Alessandra!
      Obrigada pela visita e pelo comentário!
      Abraços!

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